Resumo – Entrevista à Saturday Night Online

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Se você ainda não conferiu o vídeo da longa entrevista dada ao Saturday Night Online, não perca tempo e clique aqui (adicionei outros formatos de download)!

Nele, Christina fala mais do Bionic e como foi trabalhar com os artistas que fazem parte do disco, inteiramente gravado no Red Lips Room, nome dado ao estúdio da casa dela.

Se você quer só os destaques da entrevista, confiraa nosso sumário de maratonas de rádios aqui (apesar de não ser rádio, achei que ia facilitar aproveitar a mesma página).

O título e capa do Bionic refletem tanto a ideia por atrás do conceito sobre ter partes biônicas no corpo humano, dando destaque para a habilidade de cantar, como também o som furutístico que ela busca. Segundo ela, o lançamento dos singles refletirá bem a diversidade do álbum – lírica, temática e sonora – onde cada música tem um som particular e conta a própria história. Ela comenta que o disco lembra bastante o Stripped em vários aspectos, mas em um estado de espírito mais leve. É impossível definí-lo com apenas uma música

 Ela também comenta que ainda fica nervosa e sem graça quando fala com artistas que ela admira, por isso Jordan quem teve que insistir para ela entrar em contato com todos os colaboradores do álbum – momento em que ela cita Goldfrapp e The Peaches, mas não confirma se eles estão no corte final.

Segundo ela, a ideia de fazer o Bionic com o som que ele tem surgiu quando ela tinha 15 anos, com um álbum do Progidy, da mesma forma que ela teve a ideia de fazer um “álbum inspirativo” com Back to Basics quando era mais nova. O disco é bem pop e divertido, remanescente dos dias de Genie In A Bottle, mas incorporando toda a maturidade que ela adquiriu na última década. Ela comenta que é bom sentir-se confortável e em paz para fazer um álbum que retorna às raízes pop.

O processo de gravação de um álbum, para ela, se inicia com uma colagem de fotos diversas e textos que ela encontra em revistas e livros. Ela apresenta as colagens aos produtores e diz: “Este visual representa o som que estamos buscando”, e dali o trabalho surge. Geralmente, o trabalho começa durante a turnê do álbum anterior. Visualmente, a era vai basear-se em preto, com toques em vermelho e branco, e aspectos de metal e pedra.

Ela também diz que guardar  o álbum por pelo menos seis meses depois de pronto e mergulhar em um projeto completamente diferente – Burlesque – foi muito difícil. Aproximadamente um mês antes das filmagens terminarem, ela comunicou à gravadora e alguns produtores que estava interessada em estudar um novo material para o disco, possivelmente voltar ao estúdio, e por isso o lançamento não seria mais imediatamente após as gravações  do longa (março ou abril, como previsto).

Para finalizar, ela diz que “o coração do álbum” são as 4 músicas da Sia, que estão distantes da ideia de eletrônica e mostram um lado cru e vulnerável da Christina. “All I Need” é a mais especial para ela, e é uma balada acompanhada de piano e produzida de forma mais simples.

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