🎂 Feliz aniversário! 🎂 Os cinco anos de Bionic

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A partir de hoje, começam as comemorações do aniversário de 5 anos de um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Christina, o álbum Bionic. Alvo de chacota jogada por todos os lados quando chegou às lojas em 2010, não é difícil refletir e perceber que o disco já estava fadado ao fracasso comercial antes mesmo de ser lançado. Christina já havia chegado ao topo. Era hora de jogá-la ao chão.

Quando a gente lembra como foi difícil acompanhar as “reportagens” (em grande parte, descaradamente mentirosa) da época, vergonhosamente replicadas pela imprensa sem qualquer profissionalismo, fica aparente o curioso fenômeno que presenciei hoje cedo, quando abri meu instagram. Veja só, me deparei com um dos mesmíssimos meios de comunicação que tanto contribuíram para a chicana biônica de 2010, agora, celebrando seu aniversário.

Aliás, não foi só lá. Basta uma rápida busca para ver artigos e publicações reportando os cinco anos do álbum, esquecendo-se completamente que, quando esse apoio mais importava, a ele não foi dado qualquer chance. Afinal, o que será que mudou de lá para cá?

Eu confesso que minha opinião acerca do álbum transformou-se substancialmente no curso desses anos, especialmente depois do lançamento de Lotus. Quando foi questionada sobre o desempenho comercial de seu projeto futurista, Christina deu de ombros e limitou-se a dizer que o trabalho era à frente de seu tempo. Sabe, parece que ela não estava errada no fim das contas.

Que o lançamento era ousado e grandioso, não tínhamos dúvidas. Quem se lembra que a RCA chegou a divulgar o lançamento do clipe Not Myself Tonight em telões da Times Square? Era nítido, as apostas em Bionic eram altas. Afinal de contas, o disco já havia chamado muita a atenção um ano antes, quando Christina passou a revelar os nomes nada convencionais que estavam ajudando-a a criar um trabalho conceitual que ninguém esperava. Se aquela repercussão fora tanta só com o mencionar daquelas pessoas, não tinha porque apostar pouco. E assim, Bionic deixou de ser só um CD e passou a liderar uma marca, acompanhado do lançamento de uma linha de joias temáticas, de um álbum de remixes (cancelado) e da turnê, que tinha um incrível potencial visual que infelizmente nunca mais será visto.

A propósito, em termos visuais, pode-se dizer que a curtíssima era Bionic foi tão impecável quanto a extravagante era antecessora, Back to Basics. Christina parecia plenamente imersa no projeto que havia criado e conseguiu retratar sua visão para o álbum desde a primeira aparição promocional até durante uma caminhada na rua. Não foi perfeita, longe disso (particularmente não compreendo, e jamais devo compreender, o cabelo enroladinho curto e aquele visual esquisito bem na performance de estreia, no programa de Oprah Winfrey) – mas de todo, foi consistente e condizia com a proposta do disco.

O figurino, a maquiagem, os aparatos de palco, o encarte do disco, a arte de capa (que esconde deliciosos detalhes e ganhou a internet no dia em que foi apresentada), as sessões de fotos para revistas, os clipes: tudo junto formava um grande e coeso conjunto, marcado por gráficos e cores fortes, que ao mesmo tempo combinavam perfeitamente com o som igualmente sombrio. Mais uma vez, Christina havia retratado, com maestria, a imagem de sua música.

Esse é o tipo de envolvimento de Christina com seu trabalho que tanto senti falta em Lotus. Mesmo com toda a confusão envolvendo a adição de músicas no último minuto a pedido da gravadora, dava para sentir em cada entrevista que Christina tinha orgulho do som que havia criado em Bionic. Ela não foi só na contramão de seu trabalho passado, como também foi na contramão de tudo o que estava tocando nas rádios (apesar das inapropriadas comparações). Além disso, na minha opinião humilde que divido com vocês aqui hoje, Bionic tem algumas das melhores entrevistas e performances da carreira de Christina.

É claro, não vou mentir e dizer que acho o trabalho perfeito. Para ser sincero mesmo, acho que algumas das letras que fazem parte de Bionic não estão nem um pouco à altura da voz e do trabalho de Christina, e em alguns momentos, chegam a me incomodar – mas, sendo honesto mais uma vez, penso o mesmo de algumas letras de Back to Basics. Só que, assim como acontece com seu antecessor, que é tão diferente dele, quando Bionic brilha, ele brilha.

E assim, o que importa é que hoje, ao ouvir apreciar Bionic, eu percebo claramente o trabalho e a visão de Christina por trás do álbum. Vejo ali, quer goste ou não, o trabalho de uma artista envolvida até o pescoço com sua criação, desde o encarte belíssimo até a motivação por trás de suas músicas, mesmo que na época, elas não fossem tão claras assim.

É difícil precisar o que deu errado – ou até mesmo como tudo pôde dar tão errado como deu. É fácil odiar Christina Aguilera e talvez ela não tenha contribuído muito para mudar isso. A maratona promocional desengonçada e esparsa pode ter ajudado a piorar. Aliás, decisões ruins nesse percurso pareceram não faltar, seja de quem for – da Christina, do time dela, da gravadora, não sabemos – em alguns momentos tava na cara que a coisa não daria certo mesmo, embora também não saibamos a motivação por trás dessas escolhas. E, por que não considerar que talvez Bionic tenha sido vítima de seu gigantesco hype, às vezes, grande demais para ser correspondido. Mas com sinceridade, rememorando a negatividade em torno de Christina naquele difícil ano de 2010, eu tenho dúvidas se alguma coisa podia ter salvado o lançamento de Bionic.

O que a gente sabe é que o disco tinha atraído atenção suficiente do mundo da música (afinal, foi o segundo álbum mais pirateado do ano) e sua trajetória estampou a capa de notícias em todos os lugares. Ao passo em que despencava nas paradas, tinha espaço garantido, dia a dia, em todos os meios de comunicação especializados.

A propósito, em retrospecto, o “flop” de Bionic nem parece tão terrível assim comparado aos recentes lançamentos de outros artistas de igual calibre. Afinal, foram 110 mil cópias vendidas na primeira semana e a 3ª posição da Billboard. Quantos e quantas venderiam a alma para ter isso de novo? Talvez fossem as expectativas que estivessem altas demais.

Por isso, posso dizer que Bionic tanto me entristece quanto me deixa feliz. Me entristece pensar em todos os planos e em todo o potencial que foi sumariamente jogado fora antes que pudéssemos saborear mais dele. Me deixa feliz, porque quando o coloco ao lado dos outros álbuns de Christina, percebo claramente o poder artístico que ele guarda para estar ali e contribuir, de igual tamanho, para um repertório musical praticamente impecável.

E, como deu para perceber bem hoje nas matérias por aí, Bionic conquistou inegável espaço na indústria musical.

É uma pena que precisou de tanto tempo para esse reconhecimento chegar.

28 comentários

  1. Bionic é um álbum tão maravilhoso, diferente de Lotus, que eu só consigo ouvir umas 4 musicas.

    Como eu queria que Bionic tivesse feito o sucesso que merecia, mas vem aí o novo álbum e parece que vai ser incrível, vamos aguardar… ;D

  2. Eu acho “Bionic” Perfeito em tudo, um álbum que realmente remete ao futuro, toda sua atmosfera biônica estilizada no Álbum e no clipe nos remete algo futurístico. Isso é um máximo! Eu me limito a comparar os álbuns dela com pq cada álbum que ela lança uma historia e uma temática diferente, cada um possui sua verdade e sua beleza.

  3. O que eu gosto no Bionic é a seu conceito, e fato de ele mostrar a visão musical da Christina, a sua ambição e o comprometimento com seus projetos. O disco tem inegavelmente uma sonoridade e um visual incríveis, mas, como costumo dizer, tudo isso foi muito mal aproveitado, de forma que o resultado final deixou sim a desejar, por ter fugido um pouco da proposta experimental que a Christina a princípio tinha em mente. Digo isso, principalmente, por causa da adição de última hora de músicas como ‘Not Myself Tonight’, ‘Woohoo’ e ‘I Hate Boys’, três produções que ainda hoje, ao ouvir, não me agradam. A primeira é por demais genérica, apesar da boa produção; a segunda tem uma letra pavorosa, e a última é forçada ao extremo. Ao meu ver jamais deveriam ter estado no lugar de músicas muito mais interessantes, e tocantes como ‘Birds Of Prey’ e ‘Stronger Than Ever’, apenas para citar algumas. Até hoje é difícil me conformar com o desperdício do fruto do trabalho de uma parceria tão boa que foi a que ela fez com os caras do Ladytron. Mas apesar de tudo isso, não acho que seja um disco merecedor de total desprezo, seja dos fãs, ou do mundo da música como um todo, pois tem sim os seus bons momentos, especialmente nas baladas, que, como a própria a Xtina disse, são o coração do álbum.

  4. Bionic tem se consagrado com o passar dos anos. A perfeita síntese do Pop nos anos 10, sendo lançado no começo da década. Um álbum ”à frente”, hoje cinco anos a menos na frente, e quanto menos na frente mais apreciado. Parabéns Bionic!!

  5. Eu, que quando as notícias começaram a sair já era fã de Ladytron, Sia e Goldfrapp fiquei realmente chateado com as músicas que foram adicionadas por último. Desnudate e I Hate Boys são pavorosas, e Birds of Prey está no meu top 3 músicas da Christina e ficou na deluxe edition. Pra mim inaceitável e pra mim foi por isso que deu errado. Ela prometeu um disco e gerou expectativa e entregou outro completamente diferente. Sad! Ainda assim, eu vejo o pop atual bem a cara do que o Bionic foi.

    • Eu sabia que Birds of Prey seria uma das minhas favoritas no segundo em que o título foi divulgado <3

      Mas parte do álbum que alguns atribuem aos acréscimos da RCA já estava lá desde o começo, na verdade. Tricky e Claude Kelly foram dois dos primeiros nomes confirmados no CD e Glam, Desnudate e Prima Donna já faziam parte da tracklist inicial.

  6. Demorou mas chegou o dia em que finalmente o disco ganhou seu devido reconhecimento. Obra prima do pop.

  7. Confesso que no inicio eu detestava o Bionic, do álbum eu só ouvia “Not MySelf Tonight” e ” Birds Of Prey”. eu tentava ouvir o álbum completo mas não conseguia, talvez devido há musica electonica que estava a dominar o mercado naquele ano, eu sei que a Xtina já tinha falado sobre um álbum electronico ainda antes do BTB quem acompanhou a entrevistas na era btb sabe do que estou falando.
    Mas de um tempo para cá, eu tenho andando viciada no Bionic, hoje eu percebo as letras e o conteúdo e hoje consigo ouvir o álbum inteiro.

    Eu nunca comparo os álbuns da Xtina, pq os álbuns são tão diferentes que nem dá para comparar.

    Hoje o Bionic, é um dos álbuns que eu gosto muito.

    Não falem mal de “Lotus”, apesar de ser um álbum confuso e comercial tem músicas perfeitas como “Just A Fool”, “Blank Page”, “Empty Words”, “Sing”, “Best Of Me” etc…

  8. pra mim só perde pra stripped mesmo. adoro todo o conceito arrumado e que tudo se fechava nele. assim como em b2b também.

    já lotus eu gosto, mas pra mim é um amontado de músicas boas, sem coesão como nos outros. assim como o disco inicial dela.

    muito bom ilove! viva bionic!

  9. Ilove tava inspirado hoje! Texto impecável. Enfim, Bionic [junto do Stripped e B2B] forma a trindade santa das discografias. Só uma verdadeiro artista seria tão ousado pra ser dono de 3 obras tão distintas. Só fico triste pelos lives de Stronger Than Ever e Birds of Prey que sonhei… hahahaha

  10. Concordo com tudo que o Guilherme falou…Bionic só perde pro Stripped…
    O texto do iLove como sempre incrivel colocando em palavras aquilo que praticamente todos nós pensamos…hj em dia digo com plena certeza de que nao há absolutamente NENHUMA musica em Bionic que eu nao gosto…é claro que tenho minhas ‘particularidades’, acho o uso de efeitos vocais em My Girls tao exagerado que a faixa se torna QUASE irritante, apesar da otima produçao…meu top 5 é Elastic Love>Lift Me Up>Bionic>Birds Of Prey>Stronger Than Ever…

    Particularmente, desisti a muito tempo de tentar entender o pq de Bionic nao ter ‘funcionado’…apesar de existirem varios fatores(como os que iLove citou) que contribuiram pra o ‘fracasso'(?) do album, simplesmente nao dá pra entender…imagino que esse album seja citado daqui a decadas por ter sido inacreditavelmente mal-compreendido e injustiçado…

  11. Eu acho o Bionic bom, mas não além de seu tempo. Quando o cd saiu (e na época eu era super fã da Christina e muito nova) adorei e achei super injustiçado, mas hoje compreendo parte da críticas (outra parte é absurdo, sem dúvidas). A maioria das canções do cd são boas, mas soam comuns e uma versão adaptada para a xtina do que tocava nas rádios na época – eletropop – e isso não é ruim por si só, mas do modo como foi feito foi péssimo pq começaram a dizer que ela plagiava a GaGa e cia (parte da crítica absurda) o que aliado a péssima promoção do cd e a péssima recepção da crítica tornaram o cd uma marca negativa na carreira da Xtina.
    Mas ainda acho que o maior problema dessa era foi o clipe de NMT. é o pior clipe dela, sério. As ideias são boas, mas foi mal executado, hj acho horrível aquela cena em que tem várias xtinas ou em que ela está “amarrada”. Odeio falar isso, mas foi muita vulgaridade desnecessariamente, não foi legal. E o teor fashion do clipe foi fraco e motivo de deboche,tanto pelo furor das maluquices fashions de GaGa e cia quanto as acusações de plágio.
    Agora falando do cd em si o material é bom e concordo que foi um potencial jogado fora e está no nível dos outros dela. Ainda acho uma injustiça Glam, a mais pop do cd não ter um clipe. Seria um first single melhor e que levava mais a personalidade da Xtina ao mesmo tempo que soava futurista e radiofônico.
    P.s: Sempre achei a melhor performance da vida dela Lift me Up no Hope for Haiti. O álbum vale só por essa versão.

    • Assim Plagiava a Gaga a onde? Eu só vi / vejo referencias de Madonna, Gaga Plagiava a Madonna na cara dura.

      O Videoclipe NMST é uma homenagem a Madonna é um conjunto de vários clipes da Madonna num só, desde “Like A Prayer” a parte da Igreja, “Human Nature”, “Express YourSelf”.

      O que eu quero dizer, é que a Gaga era a Plagiadora quem conhece a carreira da Madonna e depois vê a carreira da Gaga (expecto o 1ºalbum), vê que a Gaga era a farsa.

      • Concordo! não houve plágio por parte da Xtina na GaGa. Até disse acima que penso ser essa parte da crítica absurda. Sem dúvidas o que houve foram homenagens da Xtina a Madonna – que eu achei, infelizmente, mal executadas. A cena de human nature, por exemplo, é originalmente um deboche da Madonna a seus críticos (veja as deliciosas caras e bocas que ela faz) e dura um bom tempo, enquanto na versão da xtina é super apressada e perde esse deboche, eu acho que fica ruim por isso. Das homenagens do clipe só curti mesmo a de Express Yourself.

  12. Excelente texto ilove. E engraçado pensar em Bionic. Gosto da proposta inicial do projeto. Da concepção anterior ao seu lançamento. Acho que essas inserções de última hora, prejudicaram e muito o material, quando esse viu a luz do dia. Entretanto, o forte apelo sexual para uma cantora que vinha de uma era consagradíssima e refinada foi altamente desnecessário.

  13. Eu quando vi que Christina iria lançar algo futurista, imaginava, algo ao pé da letra mergulhar de cabeça na temática(tipo ambientes futuristícos, muita tecnologia e inteligencia virtual hehehe, sei lá essa sim seria uma tématica original se o álbum fosse bem ao pé da letra) olha que ela fez BTB…SIMPLISMENTE ARRASOU NA TEMÁTICA , pensei que o primeiro single seria Bionic (Som muito ousado e mega futuristico, imagina o clipe com mega feitos visuais…sonhoo..), ta tudo bem não foi, foi NMT, bem pensei poxa deve ser algo inovador, achei muito bem produzida a música, batidas bem dançantes e a letra interessante, mas o clipe foi o responsável pelo fracasso do álbum, só dependia do clipe para ter mudado o rumo todo, pois ela divulgou muito o álbum, comparado a Lotus, achei o clipe apelativo e sem criatividade, como cenas diversas aparecendo sem ter muito link entre elas ficou uma poluição visual,sem contar que a homenagem a Madonna ficou em fraca , eu sendo fã fiquei pensando e agora? estragou tudo, essa comparação com a Gaga era inevitável na época todo mundo achava que ela era original e todos copiavam ela, principalmente porque ela tava na Vibe de músicas bem eletronicas.
    Esse próximo álbum aguardo muitoooo, porém com frio na barriga…

  14. Eu acho que em Bionic salva-se apenas pelas músicas não tão eletrônicas; na época ouvia muito o cd todo, adorava o visual da Xtina, tudo era bem coeso…masRealmente hoje nem ouço mais…só I Am que eu acho perfeita…Bionic é bem 2010. não é marcante ..Sou bem mais as outras fases!

  15. Amo Bionic, ta no meu top3 de melhores do album…mas acho q sou a unica pessoa no mundo q acha q nao funcionaria como single, achei isso na época e continuo achando…

  16. Gosto da proposta do álbum, mas não do produto final em partes. Curto muito as baladas e as músicas da edição deluxe. É álbum dificil de ser apreciado na primeira ouvida, vc precisa ouvi-lo diversas vezes para ir se identificando com as batidas, o que talvez tenha afugentado as pessoas no início e ocasionado o que nós sabemos bem. ilove, me corrija, mas já li aqui em alguma notícia antiga onde Linda perry diz que Aguilera confessa que se precipitou em lançar o material na época e deveria ter feito um tempo depois. Acho que é bem por aí, talvez se tivesse sido lançado em outra época teria tido mais aceitação. Mas as demais músicas soam um tanto genéricas, em especial aquelas que parecem ter sido indicações da gravadora. Das eletrônicas curto Bionic e Elastic Love. Acho as letras bem rasas para ser sincero e concordo com alguns que disseram ai em cima, que a temática sexual foi um tanto exagerada. Já no Lotus, as letras dizem muito mais coisa, mas sinto que falta identidade ao álbum e coesão. E tem alguns problemas de mixagem. Espero que este álbum venha com o selo Christina, tenha as boas mãos de DJ premier, e músicas boas e com identidade.

  17. Para mim o erro fundamental foi ela ter mudado os rumos do CD. Metade das músicas do Bionic não tem absulutamente nada a ver com a proposta original do CD. NADA. E outra, não tem o nível Christina Aguilera de qualidade. Eu entendo sim as críticas pesadíssimas ao CD.
    A versão deluxe parece um CD totalmente diferente!
    Acho que outra coisa que prejudicou muito (além do divórcio que deixou ela muito abalada) foram as gravações/divulgação do Burlesque.
    O que dá saudade mesmo é a parte visual da era, onde ela estava BELÍSSIMA.

  18. Sobre o Lotus, eu lembro que quando saiu o nome fiquei super animada. Mas eu nem escuto mais, é um CD péssimo. Acho que ela lançou só para a gravadora para de encher o saco mesmo hahah

  19. Cara, será que eu nunca vou conseguir falar desse álbum, dessa era, sem sentir uma dor imensa??? Sério, muito tempo passou, mas não consigo! Sofro quando lembro de como tudo aconteceu. E hoje, só o que consigo dizer é que Bionic é o álbum certo, na hora errada. Sou suspeita pra falar, porque acho quase tudo incrível no cd, considero-o realmente uma obra-prima, mas aquele definitivamente não era o momento. Ninguém entendeu nada dele, até porque não foi mesmo justa a fraca divulgação e atenção com que foi trabalhado. Amo Burlesque, mas hj eu acho que o filme foi um dos grandes agravantes pra ter saído tudo errado. Parece que depois do filme, a vida pessoal dela começou a ficar difícil, surgiram os problemas no casamento que, a meu ver, a fizeram deixar a carreira um pouco de lado.
    Acho também inexplicável o ódio direcionado a ela naquele momento, mas hj vejo o ciclo se repetindo com outras cantoras, inclusive com a gaga, que era a sensação naquela época. Qse ninguém está imune, mas com Christina foi tudo muito pior.

  20. Adoro o Bionic, mas o CD finalizado não me agrada muito devido a grande exposição das músicas do lado humano em relação ao lado robótico. Para mim, ele deveria ter sido um CD bem menor, ou melhor, um EP.

    Para mim, deveria ser assim a tracklist:

    1 – Bionic (Single)
    2 – Elastic Love
    3 – Love & Glamour + Glam
    4 – Prima Donna
    5 – Birds of Prey
    6 – Monday Morning
    7 – My Heart + All I Need
    8 – Lift Me Up
    9 – Stronger Than Ever
    10 – You Lost Me

    I Am (Stripped) deveria ser um single promocional depois dessa era. Um vídeo de agradecimento, sei lá.

    Quanto aos visuais, gostei muito de todos, até mesmo do cabelo cor de salsicha para You Lost Me. Peso ideal, maquiagem boa e ela soava lindamente.

    Aguardo pela turnê até hoje!

  21. Lembro bem quando lançaram o clipe NMT em um programa da MTV dia 31 de maio ou 1 de junho e me apaixonei!!!!

    Virei fã e acá estou !!! 5 anoooooooooooooooooooooos

    ihaaaaaaaaa

  22. Bionic o vejo como um álbum semi alternativo de musica eletrônica, com muitas referencias que foram usadas em outros sucessos posteriores de outros cantores.
    Quem consegue ouvir Get Lucky do Daft Punk sem lembrar de Monday Morning???
    Ouvir “I love it” da Icona Pop sem lembrar de Elastic Love ou My Girls???

    Também não gostei do album de cara…mas hoje reconheço a referencia ão declara oficialmente que ele é. E ele é muito superior a Lotus.

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